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Inês Ferreira de Souza Bragança
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/Brasil)
Brasil
Joelson de Sousa Morais
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Brasil
Juliana Godói de Miranda Perez Alvarenga
Universidade Federal Fluminense (UFF) e Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FFP/UERJ)
Brasil
Liliam Ricarte de Oliveira
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Brasil
Vol. 1 Núm. 3 (2020): Special Issue: Narrativas, docencia universitaria e investigación educativa, EXPERIENCIAS, Páginas 326-343
DOI: https://doi.org/10.24310/mgnmar.v1i3.9484
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Resumen

El presente texto comparte caminos tomados con el enfoque narrativo (auto)biográfico, destacando las reflexiones sobre el acompañamiento vivido a través de la orientación colectiva y la escritura, como dispositivos para vivir narrativa y colectivamente la investigación y la formación. Tomando el concepto de “acompañamiento en historias de vida” como un camino de investigación que se realiza con muchos otros, constituimos un proceso de orientación compartida que involucra a estudiantes, maestros / investigadores de cursos de pregrado y posgrado. Los movimientos colectivos incluyen el estudio de referencias teóricas y metodológicas, lectura crítico-reflexiva de textos producidos por investigaciones en curso y escritos narrativos que tienen lugar en todo el movimiento. La experiencia que hemos vivido nos moviliza para reflexionar sobre el potencial de las reuniones de orientación colectiva en el contexto de la investigación narrativa (auto)biográfica, así como la búsqueda de comprender los movimientos de la escritura narrativa en la construcción de la investigación educativa. El enfoque "epistemopolítico" dialoga con autores en el campo, con contribuciones de Walter Benjamin, Paul Ricoeur y Bakhtin. La experiencia compartida indica que las orientaciones colectivas fortalecen y estimulan la escritura narrativa, generando aprendizaje en la construcción del conocimiento científico, permitiendo también la formación en las vidas de los sujetos que participan en los procesos formativos mediados por las reuniones, mejorando así el tejido de la "investigaciónformación" narrativa (auto) biográfica en educación y la construcción de tantas otras posibilidades para experiencias formativas.

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Referencias

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