Cabeza(s) cortada(s) de Glauber Rocha: poder e poética de um cineasta latino-americano à deriva
DOI:
https://doi.org/10.24310/TSN.2021.vi12.15459Palavras-chave:
Glauber Rocha, cine tricontinental, estética e política, fluxos transatlânticos, história do cinemaResumo
O presente artigo tem como objetivo traçar alguns apontamentos sobre o filme Cabezas cortadas (1970), de Glauber Rocha, feito em Espanha em plena ditadura franquista. Esse filme marca a fase internacional do cineasta, que em conjunto com outros quatro filmes (O leão de sete cabeças, 1970; História do Brasil, 1974; As armas e o povo, 1974; e Claro, 1975) conformam aquilo que o cineasta chamou de cinema tricontinental. A metodologia centra-se numa análise interna da obra, levantamento do contexto histórico e das referências apresentadas no filme, associadas a uma leitura atenta dos textos do próprio Glauber Rocha e de estudiosos dele. Os referenciais teóricos baseiam-se em Cardoso (2017), Rocha (2004), Xavier (2001), Rancière (2009) e Fonseca (2017). As considerações finais, aqui empreendidas, dão conta da extrema relevância artística e política da obra de Glauber Rocha, sobretudo Cabezas cortadas, assim como as tensões com o campo cinematográfico que trouxeram uma produção irregular, cheia de digressões, e uma carreira curta.
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